segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Pesquisa C.N.T. diz que a média de faturamento de um taxi é de R$ 2.675,42! Veja a pesquisa.







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Realizada pela Comissão Nacional de Transportes (CNT), a pesquisa Perfil dos Taxistas 2016 foi feita no mês de novembro de 2015 e ouviu 1.00 taxistas em aeroportos, rodoviárias e localidades centrais de cidades da Região Metropolitana de 12 estados do país, a fim de traçar um panorama da categoria no Brasil. O documento aborda 25 pontos que vão desde o nível de escolaridade, até número de refeições feitas diariamente pelo profissional. A margem de erro da pesquisa é de 3,0 pontos percentuais e sua confiabilidade chega a 95%

Primeiro item apresentado: a facha etária média da categoria é de 47,2 anos, e 260 dos entrevistados possuem idade entre 40 e 49 anos. Foi revelado ainda que cerca de 3,5% da categoria já ultrapassou os 70 anos.

Quanto ao sexo, a pesquisa comprova que a profissão é predominantemente masculina. Dos entrevistados, 97,3% foram homens. O nível de escolaridade dos profissionais também foi abordado na pesquisa, que apontou que 45,7% da categoria têm o nível médio completo. Há ainda os que alçaram níveis mais altos no mundo acadêmico: 6,3% têm o nível superior completo e 0,3 concluiu a pós graduação.

O ganho líquido mensal do profissional bateu uma média de 2.675,42. 32% por cento dos entrevistados disseram ganhar entre R$ 1.000 e R$ 2.000; 26,4% entre R$ 2.000 e R$ 3.000; e 10,9% ultrapassou os R$ 4.000.

Quando perguntados há quantos anos estavam na profissão, 28% dos entrevistados responderam de 0 a 5 anos, o que mostra uma renovação de mais de1/4 dos profissionais, de 2010 até o momento. 23% desempenham o papel entre 5 e 10 anos. Mas há também os que fizeram do taxímetro uma vida e estão na praça há pelo menos 31 anos, que somaram 10,6%. A média geral ficou em 13,7 anos

A pesquisa também quis saber dos profissionais quais os pontos que eles consideravam positivos no trabalho como taxista. Autonomia para definir o horário de trabalho foi citado por 62,3%. A lista seguiu com horário diversificado (40,7%), possibilidade de conhecer pessoas (36,8%) e financeiramente rentável (27,4%

Dificuldades da Profissão – Os taxistas também expuseram o que consideram os principais pontos negativos. A opção “perigosa/insegura” foi escolhida por 74,6%, seguida por “desgastante”, mencionada por 51,4%.

Quase por unanimidade, os entrevistados apontaram que 2015 não foi um ano bom para os negócios. 94,9% reclamaram da queda de demanda por serviços de táxi no ano passado. O movimento fraco deve ser o causador de outra informação exposta no documento: endividamento. Perguntados se possuíam alguma dívida vencida ou a vencer financiamento, empréstimos bancários ou com outras entidades, cartão de crédito) 49,4% respondeu sim. 36,5% deve entre R$ 1.000 e R$ 6.000, e a média ficou em R$ 16.507,52.

Sobre a queda no faturamento, o principal motivo foi a crise econômica, mas a ação dos carros clandestinos também é um percalço. Os temas alcançaram 43% e 30,3%, respectivamente.

A rotina exaustiva de trabalho foi detalhada. A média de horas trabalhadas por dia ficou em 12,8 horas, mas há quem fique mais tempo para obter ganhos extras. 11,1% disse que supera as 16h na labuta diária.

O conteúdo completo da pesquisa pode ser visto no site www.cnt.org.br.


1. Fonte Ei, Taxi Bahia: http://eitaxi.com.br/media-de-faturamento-dos-taxistas-e-r-2-67542-por-mes-aponta-pesquisa/

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